26.9.15

Diospireiro Carla

O diospireiro cujo o fruto caqui ou dióspiro (Diospyros kaki, L.f.), uma árvore da família Ebenaceae. O nome «dióspiro» (Diospyros) tem origem no grego dióspuron, que significa «alimento de Zeus», enquanto «caqui» vem do japonês kaki (柿). É originário da China, sendo muito popular no Japão. Como fruta de caldo, contém grande quantidade de água na polpa. Existem diversas variedades: a vermelha, quando madura, é muito doce e mole e precisa de muito cuidado no transporte para não se amassar. Esta variedade é muito consumida em Portugal. A variedade conhecida como caqui-chocolate (no Brasil) é de cor alaranjada e no interior tem riscas cor de chocolate. É mais dura e resistente e não tão doce como a vermelha. Tem poucas calorias (cerca de 80 por 100 g) e possui vitaminas A, B1, B2 e E, além de cálcio, ferro e proteínas. Fonte. Wikipedia

Macieira Joel (Patricia)

Macieira cujo o fruto a maçã é o pseudofruto pomáceo da macieira,[1] árvore da família Rosaceae. É um dos pseudofrutos de árvore mais cultivados, e o mais conhecido dos muitos membros do género Malus que são usados ​​pelos seres humanos. As maçãs crescem em pequenas árvores, de folha caducifólia que florescem na Primavera e produzem fruto no Outono. A árvore é originária da Ásia Ocidental, onde o seu ancestral selvagem, Malus sieversii, ainda é encontrado atualmente. A maçã sempre foi uma importante fonte alimentícia em regiões de clima frio. Provavelmente, a macieira é a árvore cultivada há mais tempo pelo homem. É a espécie de fruta, à exceção dos cítricos, que pode ser conservada durante mais tempo, conservando boa parte de seu valor nutritivo. As maçãs de inverno, colhidas no final do outono e guardadas em câmaras ou armazéns acima do ponto de congelamento, têm sido um alimento destacado durante milênios na Ásia e na Europa e, desde 1800, nos Estados Unidos. Fonte: Wikipedia

Pessegueiro Antonio e Henrique (Isabel Santos)

O pessegueiro (Prunus persica) é uma árvore decídua, nativa da China e sul da Ásia, de folhas alternas e serreadas, flores roxas e drupas pubescentes, comestíveis e com propriedades aperitivas e digestivas. Possui inúmeras variedades hortícolas. A infusão das folhas e sementes é calmante e as flores são usualmente utilizadas como laxante suave. O nome científico da espécie, Prunus persica, relaciona-se com as palavras em português "pessegueiro" (árvore) e "pêssego" (o fruto). O nome é uma referência ao largo cultivo da espécie no Irã (antiga Pérsia) durante a Antiguidade, de onde foi transplantada para a Europa. Os romanos referiam-se ao pêssego como malus persicum ou "maçã da Pérsia", sendo portanto essa denominação em latim a origem tanto às palavras em português quanto a outras cognatas em diversas línguas europeias (pêche em francês, peach em inglês, pesca em italiano). Documentos registram que história do pessegueiro é quase tão antiga quanto a da agricultura. E se o inicio da agricultura está perdido na antiguidade, também não podemos determinar a quanto o pessegueiro é cultivado estima-se que por volta de quatro mil anos

Cerejeira Francelina

Cerejeira é o nome dado a várias espécies de árvores frutíferas originárias da Ásia, algumas frutíferas, outras produtoras de madeira nobre. Estas árvores classificam-se no sub-gênero Cerasus incluído no gênero Prunus (Rosaceae). Os frutos da cerejeira são conhecidos como cerejas, algumas delas comestíveis. As cerejas são frutos pequenos e arredondados que podem apresentar várias cores, sendo o vermelho a mais comum entre as variedades comestíveis. A cereja-doce, de polpa macia e suculenta, é servida ao natural, como sobremesa. A cereja-ácida ou ginja, de polpa bem mais firme, é usada na fabricação de conservas, compotas e bebidas licorosas, como o kirsch, ginjinha e o marasquino. As cerejas contém proteínas, cálcio, ferro e vitaminas A, B, e C. Quando consumida ao natural, tem propriedades refrescantes, diuréticas e laxativas. Como a cereja é muito rica em tanino, consumida em excesso pode provocar problemas estomacais, não sendo aconselhável consumir mais de 200 ou 300 gramas da fruta por dia. O cultivo da cerejeira é realizado em regiões frias. Necessitam de 800 a 1000 horas de frio para que possam produzir satisfatoriamente em áreas com Invernos frios e chuvas. A flor da cerejeira já foi considerada uma das flores mais belas, tanto pelo seu formato como pela delicadeza e espessura das suas pétalas. Na Índia essa flor é considerada sagrada, e nas casas que tem essa flor nunca falta nada. Fonte: Wikipedia

Pereira Nashi Mourinha

A pereira nashi cujo o fruto a pera-nashi, nashi ou náxi (Pyrus pyrifolia) é por vezes chamada de pera-asiática. É também conhecida como: pera-japonesa, pera-coreana, pera-de-taiwan ou pera-maçã. Na Índia, chama-se nashipati e no Bangladesh e no Nepal, nashpati. As peras-nashi são amplamente cultivadas devido ao seu doce fruto, um popular alimento na Ásia Oriental. Normalmente, as peras-nashi não servem para fazer tartes ou compotas devido ao alto conteúdo de água e a uma textura rija e granulada, muito diferente das amanteigadas variedades europeias. Não é um cruzamento entre peras e maçãs, como o nome pera-maçã pode sugerir, mas a sua forma e textura rija assemelha-se mais a uma maçã. Fonte Wikipedia

Damasqueiro Alzira



O damasqueiro (Prunus armeniaca, "ameixa arménia" em latim, sinônimo Armeniaca vulgaris) é uma árvore da família das rosáceas que atinge de 3 a 10 metros de altura. 

Possui folhas cordiformes ou ovadas, serreadas e com o pecíolo vermelho; flores solitárias ou geminadas, róseas ou brancas; e drupas subglobosas, com um sulco mediano característico, amarelas ou alaranjadas, com polpa carnuda e sumarenta.

É conhecida no norte da China desde 2000 a.C., sendo muito cultivada em vários países, com inúmeros híbridos e variedades, principalmente devido à sua madeira dura e ao seu fruto, o damasco (também chamado de apricó, abricó, abricô, abricoque, abricote, alberge, albricoque, alpece, alperce e alperche), comestíveis ao natural e internacionalmente consumidos como fruta seca e em doces.

Fonte: Wikipedia

25.9.15

Toranjeira Cecilia

A toranjeira cujo o fruto a toranja ou toronja (Citrus × paradisi) é um citrino híbrido, resultante do cruzamento do pomelo (Citrus maxima) com a laranja (Citrus × sinensis). Este fruto também é conhecido pelos nomes de jamboa, grapefruit, laranja-melancia, pamplemussa, laranja vermelha,laranja-romã, entre outras denominações. Ácida e azeda com uma doçura latente, a toranja tem uma suculência similar à da laranja e possui muitos dos mesmos benefícios para a saúde. A toranja é um citrino grande, parente da laranja e do limão, e é categorizada como branca (loira), rosa ou rubi. No entanto, esta terminologia não reflete a cor da sua casca (amarela ou amarela rosada), mas a cor da sua polpa. As toranjas costumam variar em diâmetro, entre 10 a 15 centímetros, com algumas variedades contendo sementes, e outras não. De sabor agradável, como seu nome em latim, Citrus paradisi, já o diz. A árvore da toranja é subtropical, cultivada pelo seu amargo fruto que, originalmente, foi nomeada de "fruta proibida" em Barbados. Estas árvores têm geralmente cerca de 5–6 m (16-19 pés) de altura, embora possam atingir 13–15 m (43-49 pés). As folhas são verde escuras, longas (até 150 mm, ou 6 polegadas) e magras. Produzem flores brancas de quatro pétalas, com 5 cm (2 polegadas). A fruta tem casca amarelo-alaranjada de formato esférico-achatado. A polpa é segmentada e ácida, variando em cores, dependendo do cultivo, que inclui brancos, rosados, tintos e polpas de diferentes doçuras.

Ginjeira Francelina

A Ginjeira cujo o fruto a Ginja ou cereja ácida (Prunus cerasus), também conhecida como amarena, é uma espécie do género Prunus, pertencendo ao subgénero Cerasus (cereja), nativo de grande parte da Europa e do sudoeste asiático. É um parente próximo da cereja Prunus avium, também conhecida como cereja-doce, mas o seu fruto é mais ácido, sendo útil principalmente para fins culinários. A árvore é menor que a da cereja-doce, alcançando entre 4 a 10 metros de altura. A cor do fruto varia entre o vermelho e o preto, desenvolvendo-se em ramos mais curtos. As ginjas cultivadas foram seleccionadas a partir de espécimes selvagens de Prunus cerasus e da dubitavelmente distinta P. acida dos mares Cáspio e Negro, sendo já conhecidas pelos gregos no ano 300 AC. Eram muito populares entre os romanos, que as espalharam por diversos pontos do seu império, entre os quais a Grã-Bretanha, no século I. No século XV, a ginja era já um fruto comum em Portugal, sendo usada para diversos fins medicinais. Por altura de 1755, existiam em Lisboa estabelecimentos que vendiam ginjas mergulhadas em aguardente, bebida que mais tarde viria a ficar conhecida como ginjinha

Laranjeira Sandrine

A Laranjeira , uma árvore da familia Rutaceae. A laranja é um fruto híbrido que terá surgido na antiguidade a partir do cruzamento da cimboa com a tangerina. O sabor da laranja varia do doce ao levemente ácido, mas na natureza existem também as laranjas extremamente ácidas, que não são cultivadas comercialmente, e pertencem a outra espécie, Citrus aurantium. Frequentemente, esta fruta é descascada e comida ao natural, ou espremida para obter sumo. As pevides (pequenos caroços duros) são habitualmente removidas, embora possam ser usadas em algumas receitas. A casca exterior pode ser usada também em diversos pratos culinários, como ornamento, ou mesmo para dar algum sabor. O albedo, a camada branca interior da casca, de dimensão variável, raramente é utilizado, apesar de ter um sabor levemente doce. É recomendada para "quebrar" o sabor ácido da laranja na boca, após terminar de consumir o fruto. A laranja doce foi trazida da China para a Europa no século XVI pelos portugueses. É por isso que as laranjas doces são denominadas "portuguesas" em vários países, especialmente nos Bálcãs (por exemplo, laranja em grego é portokali e portakal em turco), em romeno é portocala e portogallo com diferentes grafias nos vários dialectos italianos. A laranja é muito conhecida por ser fonte de vitamina C. A vitamina C é o nutriente mais importante da laranja. Duas laranjas por dia fornecem a quantidade de vitamina C de que o organismo precisa. As laranjas produzidas em agricultura biológica parece que são mais ricas em vitamina C. A forma mais eficiente de se beneficiar de todos os nutrientes da laranja é consumi-la fresca ou tomar seu suco. O suco terá níveis mais elevados de quase todos os nutrientes devido à sua concentração. No entanto, uma porção do suco contém o dobro de calorias e 85% menos de fibras do que a fruta

Kiwi Anali (Luis Frade)

O quiuí, quivi[1] ou kiwi é um fruto comestível proveniente de algumas espécies do género Actinidia e de seus híbridos, originários do sul da China. São plantas típicas de locais com clima temperado ou subtropical de montanha. As variedades de fruto mais amplamente comercializadas são produzidas por diversos cultivares da espécie Actinidia deliciosa e, em muito menor quantidade, por algumas variedades de Actinidia chinensis. O fruto possui polpa de coloração esverdeada e uma casca de cor castanho-esverdeada a castanho-amarelada, coberta de uma espécie de micropelos que lhe dão um aspecto fibroso e hirsuto. É considerado o fruto comercial com maior quantidade de vitamina C já identificado com a exceção da acerola, além de ser particularmente rico em alguns oligoelementos, como o magnésio, o potássio e o ferro. Desde que a planta foi inserida em Portugal nos finais da década de 70 principios de 80, esta tem gradualmente ganho terreno e em 2015 Portugal é já o décimo maior produtor deste fruto[5] com um recorde na ordem das duas dezenas de milhar de toneladas de Kiwi.[6] Em 2015 decorreu também o III Congresso Nacional do Kiwi, na cidade de Felgueiras

Ameixieira Mariana e Filipa (Ana Cecilia)

Ameixeira, ameixoeira ou ameixieira são os nomes por que são conhecidas algumas espécies de árvore de fruto do subgénero Prunus, incluso no género Prunus da família botânica Rosaceae (a que pertencem também a cerejeira e o pessegueiro). O seu fruto é a ameixa. A espécie japonesa (Prunus serrulata), apesar do seu nome, teve a sua origem provável na China. A Prunus domestica, ou ameixeira-europeia teve origem na Ásia Menor, a sul do Cáucaso. É um fruto redondo com uma espécie de bico, doce e de epicarpo fino. Existem muitas variedades consoante o seu tamanho, cor, sabor e estação do ano em que se desenvolvem. Têm entre 3–6 cm de largura. Em 1864, já eram cultivadas 150 espécies diferentes.

Limoeiro Olivier (Zé Neto)

Os limoeiros são árvores pequenas (não atingem mais de 6 metros de altura),[14] espinescentes, muito ramificadas, de caule e ramos castanho-claros; as folhas são alternas, oblongo-elípticas, com pontuações translúcidas; as inflorescências são de flores axilares, alvas ou violeta, em cacho. Reproduz-se por estacas de galhos, em solo arenoso e bem adubado, de preferência em regiões de clima quente ou temperado. Frutifica durante todo o ano, em inúmeras variedades, que, embora mudem no tamanho e na textura da casca, que pode ser lisa ou enrugada, quanto à cor, variam do verde-escuro ao amarelo-claro, exceto uma das espécies, que se assemelha a uma tangerina. Ao contrário de outras variedades cítricas, o limoeiro produz frutos de forma contínua. Farmacologicamente, o limão é principalmente importante pelo seu valor nutricional de vitamina C e potássio. Os que têm cor amarela ou amarelo-esverdeada, são cultivados sobretudo pelo sumo, embora a polpa e a casca também se utilizem em culinária. Os limões contêm uma grande quantidade de ácido cítrico, o que lhes confere um gosto ácido.No sumo de limão, essa acidez chega a um pH de 2 a 3, em média. Fonte: Wikipedia

Gamboa Ina 2015 (Carina)

A Gamboa ou marmeleiro (Cydonia oblonga), é uma pequena árvore, único membro do género Cydonia, da família Rosaceae, cujos frutos são chamados marmelos. É originário das regiões mais amenas da Ásia Menor e Sudeste da Europa. Também é conhecido pelos nomes de marmeleiro-da-europa, marmelo e pereira-do-japão. Em Portugal é um fruto que não é normalmente consumido cru, mas cozido, geralmente fazendo-se marmelada. Também se consome assado. É uma planta de porte médio (3 a 6 metros), de folhas oblongas e caducas, de sistema radicular superficial e fasciculado, com tronco tortuoso e copa arredondada. É uma árvore melífera, com flores alvas ou róseas. Os frutos são, normalmente, amarelos quando maduros, grandes, bastante aromáticos e adstringentes.

31.1.15

Porquê Adotar Uma Árvore?



Quando chegamos á Quinta de Porto Carro, uma das coisas que nos chamou atenção, foi a escassez de árvores.

Com a chegada do verão essa escassez de árvores e por conseguinte sombras ainda mais se fez notar.

Então plantar um pomar e árvores de sombra na zona de jardim tornou-se o nosso objectivo prioritário no que diz respeito ao cultivo e agricultura da nossa quinta.



Adotar uma árvore é uma forma de nos ajudar e contribuir na divulgação da importância em preservar o nosso património natural.

Queremos partilhar este nosso amor a quinta e á terra, queremos que descubram a importância de saber de onde vem, como é feito, e que conheçam o trabalho que é produzir fruta e alimentos sãos e isentos de pesticidas e herbicidas.

E de forma a preservar o nosso património natural. queremos também sensibilizar e alertar as população para a importância da agricultura biológica.


Junte-se a nós, para mostrarmos a importância cultural de cultivar árvores de uma forma natural e biológica

30.1.15

Produz Oxigênio, Reduz Gás Carbônico



As árvores respiram, assim como nós, só que às avessas. Enquanto os humanos inspiram oxigênio e expiram gás carbônico, árvores em equilíbrio inspiram gás carbônico e expiram oxigênio.

Em um ano, uma árvore inala em média 12 kg de CO2 e exala oxigênio suficiente para uma família de quatro pessoas viver por um ano. As florestas do planeta – incluindo árvores vivas, madeira morta, dejetos e solo – armazenam aproximadamente 50% mais carbono do que existe na atmosfera, enquanto as árvores geram 40% do oxigênio do mundo.


Portanto, plantar uma árvore equivale basicamente a acrescentar outra célula aos pulmões da Terra, pois isso reduz o acúmulo do CO2 atmosférico liberado pela atividade humana que causa o aquecimento global. 

29.1.15

Cultiva Mais Alimentos Com Fertilizantes Naturais

Plantar árvores em pomares pode ajudar outras lavouras a se desenvolverem melhor, inicialmente por meio da melhoria da qualidade do solo. A presença de árvores no meio da plantação ou alternadas com a lavoura pode melhorar a fertilidade do solo e aumentar sua umidade, além de reduzir a erosão.

Isso porque, além do gás carbônico, muitas árvores absorvem nitrogênio, um nutriente essencial da terra. Esse processo de fixação de nitrogênio melhora a fertilidade do solo, sobretudo através das folhas cheias de nutrientes que caem no chão e fertilizam a terra. Assim é possível reduzir a necessidade de fertilizantes nitrogenados artificiais feitos com produtos derivados de petróleo.


Além de proporcionar fertilizantes, as árvores atuam como anteparos contra o vento, atraem abelhas e outros insetos que polinizam as lavouras, e ainda fornecem suprimento alimentar para os animais de criação

28.1.15

Romãzeiras Gonçalo Vazão



A romãzeira (Punica granatum L.) é uma pequena árvore, atingindo 2 a 5m de altura, muito ramificada, de tronco acinzentado e ramos avermelhados quando novos. Possui flores solitárias ou em pequenos grupos, no extremo dos ramos, de cor alaranjada. Os frutos são esféricos, com casca coriácea e grossa, de cor amarela-esverdeada ou rosada. O interior é composto por numerosas sementes, cobertas por uma polpa aquosa, de cor rósea ou avermelhada, de sabor mais ou menos doce e mais ou menos adstringente, conforme a variedade. A portuguesa "Asseria" caracteriza-se por bagos carnudos, rosados, de sabor doce e grainha pequena, enquanto as variedades "Wonderful" e "Acco" apresentam uma polpa de cor vermelha intensa e sabor ácido.

Preserva o Abastecimento de Água



As raízes das árvores reforçam o solo e suas folhas dispersam as gotas de chuva, de forma que, nas áreas florestadas, a chuva é espalhada de modo homogêneo e suave, sem cair torrencialmente. A água penetra no solo chegando até aquíferos subterrâneos que abastecem córregos e rios, em vez de fazer os cursos de água transbordarem, levando o solo enfraquecido. Regiões desmatadas podem perder até 90% da água da chuva.



Enquanto isso, florestas tropicais como a Amazônia produzem grandes quantidades de água por meio da evaporação das árvores e vegetação em geral, criando nuvens de chuva que levam suprimentos vitais de água para outras áreas. Mais de dois bilhões de pessoas dependem das áreas florestadas para proteger seus suprimentos de água.

Ao plantar árvores em áreas onde a escassez de água é um problema, o Centro Mundial Agroflorestal recomenda árvores caducifólias. Durante os períodos de seca elas consomem menos água que outras espécies e concorrem menos com as lavouras. 


27.1.15

Nectarina Rui (Vera Santos)


 Nectarina (Prunus persica var. nucipersica, família Rosaceae) . É uma variedade de pêssego, lisa (sem pêlos), de caroço livre. Embora seja bastante difundida a crença de que a nectarina seja uma fruta desenvolvida em laboratório (como combinação de material genético -- enxerto -- do pêssego e da ameixa), trata-se, na verdade, de uma mutação do pêssego, causada por um gene recessivo. É uma planta de clima temperado, produzida no sul e sudeste do Brasil, especialmente Rio Grande do Sul e São Paulo. Graças à pesquisa agronômica passou a ser economicamente viável produzi-la em regiões subtropicais. Chile e Argentina são grandes produtores da fruta na América Latina. É rica em retinol (vitamina A), niacina (vitamina B3) e potássio e, ainda, em menor quantidade, ácido ascórbico (vitamina C). Seu período de safra vai de outubro a novembro.

Previne a Desertificação





As árvores estabilizam o solo e, nas zonas áridas do mundo, podem evitar que o vento leve embora a camada superior do solo com seus nutrientes, garantindo, assim, que a área não se transforme em um deserto ou crie correntes de poeira. As árvores também freiam os ventos e agem como uma barreira contra o avanço das dunas de areia.





Na China, o governo está plantando uma faixa de árvores com 4.500 quilômetros de largura em todo o norte do país para reduzir a desertificação; no Níger, um programa de plantio conseguiu recuperar milhões de hectares de terras anteriormente degradadas.